Uma análise geopolítica sobre como a ação decisiva dos EUA expõe a realidade do socialismo na América Latina e serve de alerta ao Brasil.
Introdução
Caros leitores, 2026 começou com um terremoto geopolítico que muitos consideravam impossível: Nicolás Maduro, o ditador que há anos oprime o povo venezuelano, foi capturado por forças estadounidenses em uma operação relâmpago em Caracas e agora está preso em Nova York. Donald Trump, recém-empossado para seu segundo mandato, anunciou que os EUA vão administrar temporariamente o país para reconstruir a infraestrutura petrolífera e garantir uma transição democrática segura.
Essa não é uma "invasão imperialista", como gritam os acostumados a defender ditadores. É o fim de um regime narcoterrorista que destruiu uma das nações mais ricas da América Latina.
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| "Antes e depois" de Nicolás Maduro - Foto de People.com |
O contexto: Como a Venezuela chegou ao abismo
Para entender a importância desse momento, é preciso lembrar o que o chavismo fez com a Venezuela. O que era um país próspero, com as maiores reservas de petróleo do mundo, virou um caos de hiperinflação, fome e êxodo em massa – mais de 7 milhões de venezuelanos fugiram nos últimos anos. Maduro manteve-se no poder por meio de eleições fraudadas (como a de 2024, amplamente contestada), repressão violenta e alianças com narcotráfico, Cuba, Irã e Rússia.As acusações americanas não são novas: desde 2020, há uma recompensa de dezenas de milhões de dólares pela captura de Maduro por narcoterrorismo. Ele transformou o Estado em um cartel.
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| Foto de: Carlos Garcia Rawlins, fonte: Reuters |
Trump e a doutrina da força contra o mal
Diferente de administrações anteriores que preferiam sanções tímidas, Trump voltou com a política de "pressão máxima" – e agora com ação direta. Em poucas horas, uma operação com mais de 150 aeronaves e efeitos cibernéticos neutralizou as defesas do regime e capturou o ditador. Trump foi claro: "We're going to run Venezuela until a proper transition".
Isso envia uma mensagem forte ao mundo: regimes que apoiam terrorismo e tráfico não terão paz. É uma vitória da realpolitik conservadora contra o relativismo moral que permitiu ditadores florescerem.
O Foro de São Paulo: o grande derrotado
Aqui entra o ponto mais relevante para nós, brasileiros. O Foro de São Paulo – organização fundada por Lula e Fidel Castro em 1990 para unir a esquerda latino-americana – sempre viu o chavismo como seu maior troféu. Partidos como PT, PSOL e aliados regionais defenderam Maduro mesmo diante de evidências de crimes contra a humanidade.
Com a queda de Maduro, o Foro perde seu principal pilar ideológico. É um golpe duro no projeto de "socialismo do século XXI" que inspirou governos autoritários na região.
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| Primeiro encontro do Foro de São Paulo em julho de 1990 - Foto de BowTiedMara |
A reação da esquerda brasileira: previsível e reveladora
Não surpreende que Lula e o governo brasileiro tenham condenado rapidamente a operação, falando em "violação da soberania". É a mesma esquerda que silenciou sobre as fraudes eleitorais de Maduro e as mortes nas ruas venezuelanas. Essa postura expõe a hipocrisia: defendem "soberania" para ditadores, mas atacam democracias liberais.
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| Presidente Lula condena operação dos EUA na Venezuela, janeiro de 2026. Fonte: Reuters |
Conclusão: Uma lição para o Brasil e a América Latina
A prisão de Maduro não é o fim, mas o começo de uma nova era. A Venezuela tem chance real de reconstrução sob supervisão internacional, com retorno de investimentos e liberdade. Para o Brasil, é um alerta: o caminho do Foro de São Paulo leva à ruína. Precisamos de lideranças que priorizem liberdade econômica, segurança e alianças com democracias fortes – exatamente o oposto do que pregam os defensores do regime caído.Que 2026 seja o ano em que a América Latina finalmente vire a página do autoritarismo esquerdista.




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