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quarta-feira, 17 de abril de 2024

Dicas para Planejar um Casamento dos Sonhos: Como Criar uma Celebração Memorável e Personalizada


Escolha do local, seleção do vestido de noiva, organização da lista de convidados, planejamento do orçamento, seleção de fornecedores, decoração e muito mais.


Escolha do local


1. Jardins: Desfrute da junto aos seus convidados beleza natural e romântica dos jardins como cenário para um casamento ao ar livre. Fale sobre a atmosfera serena e a possibilidade de realizar uma cerimônia íntima em meio à natureza exuberante.




2. Praias: Aproveite a atmosfera descontraída e idílica das cerimônias na praia, imerso no som das ondas, na suave brisa do mar e no espetáculo do pôr do sol, criando um ambiente verdadeiramente especial para a troca de votos.



3. Vinícolas: Eleve o nível da cerimônia proporcionando aos seus convidados a oportunidade de vivenciar o charme rústico e elegante das vinícolas. Além disso, ofereça uma experiência única ao degustar vinhos de alta qualidade durante a recepção. Contemple a beleza das paisagens das vinícolas e desfrute da atmosfera acolhedora que proporcionam aos casais e seus convidados.



4. Salões de festas: Damos um Destaque para a incrível capacidade e versatilidade que os salões de festas oferecem para tornar o seu casamento verdadeiramente inesquecível. Com sua adaptabilidade a diferentes estilos de decoração, esses espaços se transformam em cenários deslumbrantes que refletem a personalidade dos noivos, proporcionando uma experiência memorável para todos os presentes. Deixe-se envolver pela magia de um ambiente que se molda aos seus sonhos, transformando o seu grande dia em um conto de fadas real.




sábado, 17 de agosto de 2013

CRIANÇA MERECE CASTIGO?


 "É muito importante que todos os dias os pais ocupem as crianças com atividades prazerosas e construtivas...
Brincar e estar junto a natureza é  fundamental."

CRIANÇA MERECE CASTIGO?



  •      Logo pela manhã, ao entrar no quarto de seu filho, a mãe viu os Grandes Círculos Azuis desenhados na parede recém-pintada. Aninha com cinco anos, considerava a parede como a tela ideal para suas "pinturas".   


  •      Flávio, de quatro anos, pretendia por sua vez Cortar a Cauda do gatinho de estimação, "só para ver o que havia dentro".   Simples "curiosidade científica". 


  •      A bola foi o melhor presente no oitavo aniversário de Paulo. Uma bola grande, branca, bonita, pronta para receber chutes e desenvolver o talento futebolístico do garoto. Mas o gol escolhido estava assustadoramente próximo da Janela da Cozinha... 


  •      Maria, sete anos, fazia maravilhosas colagens com figuras recortadas de revistas e jornais. Até que um dia descobriu, na Estante do Papai, que os livros tinham figuras muito mais interessantes.


Estas e outras situações semelhantes deixam os pais desesperados, sem saber o que fazer.   Mesmo advertidas, as crianças muitas vezes insistem nas travessuras. Criam assim os chamados problemas de disciplina, para os quais baterem e castigar continuam sendo as soluções mais populares, mesmo para os pais que condenam teoricamente tais métodos.

            Na verdade, punir drasticamente o filho é uma tentação muito grande, pois resolve o problema imediato: consegue fazer com que a criança obedeça.   No entanto, ao bater, o pai descarrega sua agressividade, aliviando a própria tensão. Contudo, as consequências do Castigo não terminam com o alívio dos pais e a obediência da Criança.  Ela está em contínuo processo de aprendizagem e ao ser punida extrai uma lição de atitude dos pais furiosas: "Quando está com raiva, a gente bate".

            Por outro lado, um dos piores efeitos da punição, especialmente as de caráter físico, é que ela pode interferir no desenvolvimento social.   Castigos frequentes tiram da criança a nascente responsabilidade de julgar os próprios atos.   Em vez de corrigir, a surra passa a compensar a má ação.
O PENSAMENTO "NÃO ESCREVO NA PAREDE, PORQUE APANHO" é substituído por: "POSSO ESCREVER NA PAREDE, PORQUE APANHO". 

  •  Nesse caso, o hábito do Castigo libertou a criança para o "mau comportamento".

            Algumas crianças parecem, às vezes, estar "pedindo para apanhar".   Sentem culpa e raiva e precisam de ajuda para manejar tais sentimentos com os quais ainda não aprenderam a lidar.   Se a criança desobedece intencionalmente, pode-se imaginar que ela quer ser punida; mas, às vezes:

  1.  uma conversa franca e aberta resolve, quando consegue que a criança expresse seus sentimentos de culpa.
  2. ao mesmo tempo, se os pais sabem colocar e reforçar claramente as regras que limitam a ação infantil, a necessidade de punição (sob qualquer forma) diminui consideravelmente.  
  3. Contanto que tais regras sejam curtas, concisas, compreensíveis, razoáveis e em pequeno número.   
  4. Levando em conta as necessidades, a formação e o ponto de vista da criança, é possível definir o que deve ser permitido e o que precisa ser proibido.

            "Uma criança é sempre uma criança".   Isto significa que as roupas foram feitas para sujar, correr é o melhor meio de locomoção, o mundo é mais bonito visto de cima de árvores e muros, latas são bolas que não pulam, mas servem para ser chutadas.


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            CASTIGO?

Entendendo o comportamento característico da criança. Os pais podem ser permissivos, isto é, aceitá-las como pessoas que tem direito a todas as espécies de sentimentos, desejos e fantasias, que devem manifestar por meio de comportamentos adequados. Mas a super permissividade, que aceita todos e quaisquer atos das crianças, mesmo os indesejáveis, é prejudicial.   Imitando seu herói da tevê, Julinho desejava quebrar os MÓVEIS da casa e, de sobra, esmurrar os amiguinhos, Bem, não se pode comprar Mobília nova a cada vez que Julinho assiste à TV, mas seus impulsos precisam ser respeitados.

 A solução é encaminha-lo para uma tarefa em que possa descarregar sua agressividade e sua energia: Fazer um Piquenique, correr no quintal ou num parque, chutar a bola.

            A permissividade cria confiança e aumenta a capacidade de expressar sentimentos e ideias.   A superpermissividade, porém, gera ansiedade e estimula maiores exigências e solicitações que não poderão ser atendidas.

            Limite Tem Seus Limites.

Limitar os atos não significa limitar os desejos, que devem ser entendidos e respeitados pelos pais, No caso de Flávio, que queria cortar o rabinho do gato a mãe limita a ação, mas aceita a curiosidade, dizendo: "Vamos ver se a gente acha alguma figura que mostre como ele é por dentro".
            Da mesma forma com Aninha, que desenhava nas paredes: "Aninha, as paredes não são para desenhar, pegue estas folhas de papel e faça um lindo desenho".   Em ambos os casos, os desejos das crianças foram identificados e respeitados; os limites só foram impostos aos atos, ou seja, à maneira pela qual as crianças queriam satisfazer seus desejos.
            No entanto, não se pode esquecer que a extrema mobilidade e agitação da criança não correspondem a desejos manhosos, mas a necessidades estreitamente ligadas ao processo de desenvolvimento.   Portanto, a limitação aos atos não se aplica nunca à atividade física das crianças: "Não corra", "Será que você não pode andar normalmente como todo mundo?", "Não fique pulando", "Por que você fica num pé só quando você sabe que tem dois pés?" A inibição física das crianças pequenas gera tensões emocionais que são expressas sob forma de hiperatividade e agressão.   É natural que o bom estado dos Móveis mereça sobrepor às exigências da boa saúde mental e física das crianças.   O ideal é que elas possam ter um lugar apropriado para suas correrias.
            “Os limites são colocados com firmeza, mas de forma que a CRIANÇA PERCEBA QUAL É O COMPORTAMENTO INACEITÁVEL E O PORQUÊ”.   Ao mesmo tempo, é apresentada uma solução: o que pode ser feito em substituição.   No caso de Paulo: "A janela não pode ser quebrada. Mude o gol de lugar para que você possa chutar em outra direção”.
            É preferível que um limite seja total e claro do que parcial e confuso.   Por exemplo, existe uma nítida diferença entre "jogar água na irmã" e "não jogar água na irmã".   Mas se a permissão for para "jogar só um pouquinho de água", a criança ficará sem critério para tomar decisões e será tentada a experimentar até onde vai esse "pouquinho". No entanto, o limite é colocado de maneira a não provocar muito ressentimento e a resguardar a autoestima da criança.   Deve transmitir autoridade e não insulto. Se Aninha a pintora das paredes, recebesse uma repreensão, como por exemplo: "O que é que você está fazendo, sua porquinha? Você não sabe que eu detesto paredes sujas?” Não sei mais o que sentiria humilhada, com raiva da mãe e talvez acabasse pensando: "Sou uma porquinha e mamãe não gosta muito de mim por causa disso...”.
            As regras são mais facilmente aceitas quando colocadas sucinta e impessoalmente: "Está na hora de ir para a cama" é mais prontamente atendido do que: "Você é muito criança para ficar acordado até tarde. Vá para a cama".   Melhor ainda se a ordem deixar claros os motivos da proibição imposta: "Os brinquedos foram feitos para brincar. Ficam inúteis se forem quebrados", em vez de: "Não quebre os brinquedos, eles custam caro".


            Os Infratores da Lei


            Há três tipos possíveis de transgressão dos limites: 

  1. Acidental (Paulo aceitou as sugestões da mãe e mudou o lugar do futebol; mesmo assim, num lance muito infeliz, a bola quebrou a janela); 
  2. Acidental com Desobediência (Paulo manteve o jogo próximo à janela, que acabou quebrada); e proposital (Paulo chutou a bola contra a janela). 
  3. A Criança que "pede para apanhar" mas, nos outros dois, a transgressão gera ansiedade aumentada por medo à represália ou castigo.
            Se for acidente, o melhor é convencer isso a criança, planejando com ela providências para que o fato não se repita.   Se houve desobediência, é inútil aumentar ainda mais a ansiedade com longas e irritadas explicações sobre os limites transgredidos.   Mais razoável é reforçar de modo firme a regra violada.   Num caso como o de Silvinha, que grita "Não vou" quando a mãe chama para o banho, é prejudicial aceitar o desafio para uma "batalha de vontades", respondendo algo como: "Você vai, sim, porque eu quero" ao que Sílvia talvez respondesse: “Você quer, mais eu não quero", e daí por diante.   A reação mais acertada seria: "Eu sei que você gostaria de ficar brincando, mas é nora do banho e nós temos que ir".   Se assim mesmo Silvia resiste e continua a brincar, a mãe deve tomá-la pela mão e levá-la para casa, com bondade e firmeza.   Com crianças pequenas a ação, às vezes, fala mais alto do que as palavras.Certas vezes, contudo, o rompimento frequente de limites ou a transgressão de regras essenciais tornam necessária a punição.  
Mas o castigo deve ser proporcional ao ato cometido, e não aos prejuízos causados, ou ao grau de irritação dos pais.

Conheça lindas cestas de Piquenique do Vime e Requinte, junte a criançada e faça um gostoso passeio... Eles vão adorar!!





quinta-feira, 12 de abril de 2012

O bebê chegou!

Chegou o Bebê!! 

Que Festa!!


<a href="http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php?image=2448&picture=recem-nascido">Recém-nascido</a> por Peter Griffin
E com a alegria que ele trouxe também muita coisa mudou...

  • Os móveis do quarto foram modificados para dar lugar ao berço;
  • Um espaço especial para guardar tanta roupa, fralda, toalha...
Tudo isso num ar de festa.  Mas esta festa tem alguns inconvenientes, que não demoram a aparecer.
O bebê chora, se suja, não há fralda que chegue, troca a noite pelo dia, e mais: tem um horário completamente diferente daquele a que todos estavam acostumados.

Parece inacreditável mas:

  1. Almoça quase sempre na hora do café dos outros;
  2. O banho coincide com a refeição dos adultos;
  3. E quando a mamãe está mais folgada, ele dorme tranquilamente.... 
Seu jantar é justamente na hora do lanche habitual e o que é pior; não não percebe nunca que a noite é para dormir.  Mesmo mortos de sono, os pais são obrigados a acordar e mesmo levantar algumas vezes.   Todo o quadro culmina om o seu despertar choroso, geralmente ás 5h30 ou 6 da manhã, quando pede, insistente, a primeira refeição

São muitos os transtornos e muita a confusão, pois o neném que traz tanta modificação e alegria a família também é muito dependente principalmente da Mãe no inicio de sua vida fora do útero, as mamadas são de vital importância.
Proteção ao filho não é só carinho é afeto. Exigem medidas preventivas contra acidentes, doenças e alimentação saudável.

A boa saúde da criança é muito mais importante do que pode parecer á primeira vista.   Disto depende seu desenvolvimento, a capacidade de ir Bem na Escola, a possibilidade de Ser Alegre e viver Correndo por toda parte.

Os Pais também são responsáveis diretos pela transmissão de todo um modo de vida da complexa sociedade a que pertencem.   Por exemplo, vão ensinar como falar, sentar, ver as horas, contar os dias, comportar-se na frente de visitas, comer à mesa, dizer "bom dia", "muito obrigado", "por favor", mostrar o que é "ser honesto" e "vencer na vida".


Ps. Falando na chegada do Bebê, conheça detalhes de nosso trabalho Cesto Moisés em Vime.
Acesse: http://www.vimeerequinte.com.br/linha-bebe-e-crianca/cestos-moises-completo.html
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Foi uma grande satisfação ter sua Visita..
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